Devo confessar que fiquei feliz porque Alonso não ganhou. Nunca gostei dele, apesar de achar que hoje é o melhor da F1 e depois da patuscada da Ferrari na Alemanha parei inclusive de torcer pela equipe. Pra ter uma idéia eu tenho um cavalinho rampante no chaveiro do meu carro. Tolo como muitos faço o paralelo Fiat = Ferrari, já que a primeira é dona da segunda. Assim o título de Vettel está pra mim de bom tamanho.
O choro desse garoto de 23 anos pelo rádio, me emocionou. No pódio parecia não acreditar tentando arrancar seus cabelos. A RedBull, equipe que eu sempre gostei (que sempre está comigo nas viagens pra Sampa) pela forma que lida com a F1, desde que entrou na maior categoria do automobilismo mundial, subiu muito no conceito de todos no quesito esportividade e chegou hoje ao máximo que a marca dos refrigerantes sabor chiclete poderia. Em termos logísticos não há nada comparado ao que o circo da fórmula 1 faz e conquistar o título de pilotos e equipes é o máximo.
Vettel, que perde um tempo dando carinho ao carro antes de continuar sua comemoração depois da vitória, dá nome aos que pilota. Nome de mulheres claro! A sua pilotagem é hoje a base de valocidade. Os que tem muito conhecimento sobre automobilismo dizem que ele é velocidade pura. Na minha opinião também e ainda deve crescer muito como piloto. Em 2008 levou a Toro Rosso a primeira vitória, uma equipe média/pequena irmã menor da RedBull. Na chuva, em Monza, em alto estilo portanto. Tinha apenas 21 anos. Por isso digo que Alonso ainda é melhor, é mais rodado, no entanto Bastião logo estará no nível do Espanhol, que não é bom perdedor. Palhaçada dele reclamar com Petrov porque o Russo não facilitou a ultrapassagem. Porra, o cara não é bi-campeão? Então ultrapassa.
Pra finalizar, sem chances do meu próximo Dog ter outro nome. É Vettel com certeza. Se até o próximo mono chegar pelas bandas aqui de casa outro Vettel pintar pelo Agility arrumo um Bastião, Tião, Sebá, sei-lá. Na foto acima oito títulos.