3 de dezembro de 2010

Quando, como e por que treinar um cão pro agility

Dia desses recebi uma oferta, irrecusável não porque recusei, mas tentadora.

Fiquei feliz demais por saber que recebi uma carta de crédito dessas, saber que sou uma pessoa confiável. Não é qualquer pessoa que chega pra você e te oferece um filhote. Também fiquei triste, porém essa não é a melhor hora pra começar a criar um novo cão.

Pra quem faz agility, nesse nível de dependência que estou, não pega um novo cão se não for praticar. Correto? Pra mim é. Hoje é impensável não colocar um cão meu em pista. Então quando começa o treino? Bom, basta ter o dog pra começar.

O grande ponto dessa "equação", título do post, é como?

Sim a pergunta hoje é como treinar um cão pra fazer agility. Porque hoje o que eu penso deve estar ultrapassado. E vejo como problema real o antes de levar o dog pra pista. Falta talvez o "tempo" pra introduzir o cão da forma certa. Tudo isso é claro pra perder o mínimo de tempo depois dentro de pista.

O porque já respondi. Por vício.

Dias sim, dia não eu vou sobrevivendo sem um arranhão



A afirmativa do compositor brasileiro Agenor de Miranda, já falecido, que compõe o título deste post não me serve completamente. Na verdade tenho saído bem avariado dos dias sim, dia não.

Houve, não sei se há sempre, um efeito retardado, talvez um medo proporcional ao tempo que passa desde o acidente. É comum você tirar o pé após passar tão perto da morte, mas eu talvez tenha mais pressa agora.

Você sai vivo de um acidente, que não foi tão ruim assim, mas também não foi tão bom. Na hora da graças a Deus que nem acredita, troca de roupa e tenta curar os machucados visíveis. Difícil é tirar da cabeça os segundos entre a calmaria noturna asfaltica da estrada e a pancada seca sem aviso no concreto.

Medo, nossa espécie não está aqui pela coragem.

Depois de um tempo vê, não apenas pelos cortes, hematomas e dores musculares, que muita coisa se perde, não apenas o material, você morre um pouco. Nessa troca constante de experiências diárias, ficou um pouco de mim lá no Km562,3. Da mesma forma que a estrada também me deu um pouco dela. O que? Não sei.

2 de dezembro de 2010

Mais sobre o gaúcho na Ferrari



Falta pouco pros gaúchos dominarem a Terra! Seleção Brasileira, Coringão, Parmera e até o Grêmio treinados por gaúchos. Acho que a solução pro Brasil na F1 é contratar um cidadão dos pampas pra pilotar.

E foi hoje que esse cara, chamado Cesar Ramos, fez seu primeiro teste pela equipe. Saiu de Novo Hamburgo, aqui do lado de São Léo. Foi no carro de 2008 e presente por ter sido campeão da F3 Italiana o teste.

Boa sorte no futuro.

Peço desculpas aos shetlands, mas... 001

Burning the Movie - DEPLORÁVEL



Nada mais a declarar. Muita bebida, muita comida, muito agility... Tks Luiza!

1:64 - Willys Custon 1941



Presente da Val. Tks!

1 de dezembro de 2010

Era disso que eu estava falando

Por mais experientes que sejamos jamais saberemos de tudo então sempre há o que aprender. E é nessa onda de estreia, estranhamente sem acento graças as novas regras da língua portuguesa, que a Vívian fez a sua num tipo de matéria mais completa que é a entrevista cara a cara.

Essa primeira matéria fala basicamente sobre a primeira vez vista por diversos ângulos.

Casualmente hoje uma estante aqui em casa caiu. Era um porta "bagulhada esquecida" e entre as coisas que esse acessório suportava estavam os troféus antigos de Brasileiro, Copa CBA e Campeonato Gaúcho. Não são muitos, quase 15. Um deles é do meu final de semana de estreia, lá no Rio de Janeiro, num longínquo 2006.

Tudo diferente naquele tempo. Hoje eu vejo que era um ET naquele mundo. Não sabia absolutamente nada sobre nada e não tinha a menor idéia do quanto eu iria me afundar ou aprofundar no esporte. Legal então para consulta, daqui há uns quatro anos, essa matéria. Podemos ver onde cada um estará.

A minha contribuição veio através da minha primeira vez num Paulista. Vejam como foi lá no texto dela no site da CBA, o link segue abaixo:
http://www.agilitybr.com.br/detalnot_agt.asp?prod_id=1355

Já passei por isso

De todas a mais difícil

A hora de dar adeus a um amigo, principalmente quando nada mais há para dizer, é extremamente difícil. Ontem a Vívian leu pra mim o post do Guilherme, grande colaborador aqui do blog com suas fotos que vivo roubando, que perdeu seu primeiro cachorro. Dog que passou um terço da sua vida com ele, um casamento que deu certo.

Quando perdi a Hook, meu primeiro dog, não faltou apoio, então peço o mesmo pro Gui:
http://agility.guitrevisani.com.br/blog/6

Burning the Movie - tinha que tocar? nem vi seo gualda



Agora que eu sei que é a Val vou zoar mais.

Ah uma Kombi - nada a declarar